Confira a Parte II da lista dos brinquedos nostálgicos da Semana da Criança


Mais alguns brinquedos para você relembrar a infância. Veja alguns dos principais brinquedos antigos na segunda matéria da série Brinquedos Nostálgicos




Dando continuidade à série de matérias especiais da Semana da Criança, listamos mais alguns brinquedos nostálgicos, os quais provavelmente fizeram parte da sua infância. Lembrando que este é o segundo artigo da série: Brinquedos Nostálgicos Parte II. Clique para ler o Brinquedos Nostálgicos Parte I.

Vai-Vem

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Parece uma bola de futebol americano não é? O Vai e Vem, como era conhecido este brinquedo, consistia numa especie de bola de plástico, por dentro da qual passavam dois cordões de nylon, daqueles usados para fazer varal. conforme um jogador abria os braços, a bola ia para o outro lado, e assim por diante. Era comum ver crianças brincando com ‘Vai e Vem’ feitos em casa. Dois pedaços de varal e uma garrafa Pet eram suficientes para construir um brinquedo destes.

Jogo da Pescaria

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Quem não passou horas tentando pescar os pequenos e coloridos peixinhos deste brinquedo? Esse jogo de pescaria era um dos brinquedos à pilhas mais tradicionais das décadas de 80 e 90 e, o melhor, era relativamente barato. O brinquedo funcionava com uma base giratória, onde os peixinhos eram encaixados e, conforme a base girava os peixinhos abriam a boca. Algumas varinhas coloridas, com linhas e um imã na ponta completavam a brincadeira. A ideia era pescar o maior número possível de peixes, encaixando o imã antes que eles fechassem a boca. Ganhava o jogador que pescasse o maior número de peixinhos.

Pogobol

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O Pogobol é um clássico dos brinquedos antigos, e ainda hoje é encontrado com facilidade nas lojas de brinquedos. O objetivo era pular. Pular e se divertir. O aparato era totalmente mecânico e funcionava apenas com a física. Uma bola de borracha, envolvida com um anel de plástico onde a criança encaixava os pés, fazia do brinquedo um verdadeiro pula pula, usando a elasticidade da borracha para aumentar a potência do salto.

Pequeno Arquiteto

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Este era um brinquedo educativo e colecionável. Os blocos de madeira que compunham o Pequeno Arquiteto possibilitavam a criança a construir praticamente qualquer edificação. As pecinhas, coloridas, imitavam a textura de paredes das casas, traziam desenhos de janelas e algumas peças possuíam vãos para as portas. Tinha também aquelas pecinhas vermelhas triangulares, utilizadas como telhado, e algumas outras peças vinham com o desenho de um relógio. Era muito divertido construir torre com as pecinhas.

Lego

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O Lego dispensa apresentações. Cada uma daquelas pecinhas coloridas era responsável por construir praticamente um novo universo. Não eram apenas blocos de montar. Com o lego a criança podia moldar praticamente qualquer coisa, desde um carrinho simples até um avião, um ônibus espacial, o carro de corridas mais rápido do mundo, um barquinho, um navio ou uma enorme casa. Os acessórios também eram bem legais, entre eles, os vidrinhos para colocar nos carros, as janelas e os personagens em forma humana.

Playmobil

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O Playmobil, ao contrário do que muita gente acha, não é um lego grandão. O brinquedo consiste em uma série de bonecos articulados, acompanhados por acessórios, como carros, veículos de ação, animais, casas e outros objetos, que compunham cenários muito divertidos. Porém, não era composto por peças de montar, como o lego. Muita gente costuma confundir os brinquedos por causa do formato dos bonecos, que lembram um pouco os bonequinhos do lego.

Pinos Mágicos

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Na década de 80, podemos dizer que os pinos mágicos foram os precursores do Lego. Era um brinquedo muito popular, comercializado em pequenos pacotinhos. O legal é que bastava comprar mais saquinhos para ir acumulando peças e o formato dos pinos permitia que a criança montasse praticamente qualquer coisa.

Cabelo de Alpiste

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Um brinquedo tão simples e, ao mesmo tempo, divertido e educativo. Esses bonecos eram feitos com terra ou areia, serragem e alpiste, envolvidos com uma meia calça ou outro tecido. Conforme a criança regava a cabeça do boneco, no decorrer dos dias, o ‘cabelo’ ia crescendo. Isso porque o alpiste germinava e crescia. O legal é que dava para brincar com os bonecos produzindo infinitos tipos de penteado, bastando regar para começar outra vez a brincadeira.

Bambolê

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Quem vê aquele circulo de plástico nem  imagina que o Bambolê foi criado no Egito, há mais de três mil anos. A diferença é que lá eles eram feitos com fios secos de parreira. A forma colorida, de plástico, que conhecemos hoje surgiu nos Estados Unidos, em 1958. Há várias formas de se brincar com o Bambolê, seja girando-o em volta da cintura, do pulso ou do tornozelo, ou até em todos esses locais ao mesmo tempo. Pois é, em algumas apresentações profissionais de Bambolê os participantes, além de fazerem manobras bem complexas, utilizam várias unidades do brinquedo ao mesmo tempo.

No artigo anterior falamos sobre outros nove brinquedos que também fazem parte deste grupo. Clique aqui para ler. Não perca nenhum artigo desta série, aproveite para cadastrar seu e-mail naquela caixinha do lado direito e a gente te avisa quando os outros artigos forem publicados.

E você lembrou de algum brinquedo ou de alguma experiência que fez parte de sua infância? Deixe o seu comentário.


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