Luzescrita, no Espaço Cultural Porto Seguro

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Traduzir a palavra fotografia por meio dos poemas de Arnaldo Antunes e Walter Silveira foi a ideia inicial de Fernando Lazlo para o projeto, desenvolvido nos últimos 15 anos. Com a curadoria de Daniel Rangel, Luzescrita tornou-se exposição com passagens por Salvador, Curitiba, Rio de Janeiro, Brasília e Vila Nova de Cerveira (Portugal), e segue em contínua transformação, somando ao seu acervo de exibição as imagens e obras geradas a partir das etapas anteriores.

O ponto de partida do trio é a palavra fotografia: traduzida do grego, significa “escritas com luz” ou “poesia da imagem”. O encontro dessas ideias resultou na criação de poesias sucintas e divertidas que são literalmente escritas com luz e, no final do processo, registradas em fotografias. Em Cada Poro um Beijo, por exemplo, foi feita com a iluminação de projetor de slide através de uma placa perfurada.

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