Poesia: Carlos Cardoso lança novo livro após dez anos sem escrever

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Para aqueles que gostam ou, no mínimo, têm uma curiosidade em relação às novas obras do universo da poesia, separamos uma dica bem bacana. É o livro ‘Na Pureza do Sacrilégio’, que o autor Carlos Cardoso lança em 2017, após ficar dez anos sem escrever poesia.

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Caminhada na poesia

Poesia: Carlos Cardoso
Carlos Cardoso. Foto: Divulgação.

Em 2004, Carlos Cardoso reuniu alguns de seus poemas no livro ‘Sol Descalço’, que lançou pela 7Letras. No ano seguinte chegava às prateleiras ‘Dedos Finos e Mãos Transparentes’, pela mesma editora.

Apesar do começo promissor, o autor precisou concentrar-se na carreira de engenheiro. Mas a poesia nunca o abandonou. Por isso, mais de uma década depois do lançamento do primeiro livro, ele volta ao mercado, com uma nova obra, ‘Na Pureza do Sacrilégio’, desta vez pela Ateliê Editorial.

Características do livro

Se o que caracterizava ‘Sol Descalço’ era a abundância de imagens poéticas, ‘Dedos Finos e Mãos Transparentes’ revelava um mundo de simplicidade. ‘Na Pureza do Sacrilégio’, será pautado por questões filosóficas, existenciais e de criação de textos que mesclam o real com o inventivo.

“A poesia melhora minha vida de várias maneiras. Tenho uma sensação prazerosa em escrever. E gosto de ver os poemas terem vida própria, causarem sentimentos e entendimentos diferentes em cada pessoa que entra em contato com eles”, diz.

Sobre Carlos Cardoso

Carioca, nascido em 1973, tem como influências literárias T.S Elliot, Arthur Rimbaud, Charles Baudelaire, Fernando Pessoa, Octavio Paz, Dylan Thomas e Camões.

Carlito Azevedo sobre Cardoso

“…quando nós, leitores, pensávamos ter capturado e enquadrado a originalidade poética de Carlos Cardoso, surge um novo livro do autor, ‘Dedos finos e mãos transparentes’, no qual a fúria motriz das imagens alucinadas se atenua e dá lugar a um mundo de sutilezas e sensações as mais cotidianas que, sem jamais perder a visceralidade e o gosto pela surpresa, nos tocam por sua simplicidade”, escreveu sobre ele Carlito Azevedo.

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