Veja como o filme De Volta Para o Futuro inspirou as tecnologias de hoje

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Carros voadores, skates flutuantes, sapatos que se amarram sozinhos e comida reidratada são algumas das coisas que Marty McFly e o Dr. Emmett Brown encontraram em Hill Valley no dia 21 de outubro de 2015, data programada no relógio do painel do DeLorean no segundo filme da saga “De Volta Para o Futuro”.

Embora alguns críticos insistam em dar holofote às falhas do filme, comparando os aparatos tecnológicos da histórias aos que existem nos dias de hoje, é importante lembrar que, por mais surreais que alguns deles pareçam, há uma certa proximidade com o 2015 do mundo real. Para entender melhor essas comparações, o Vá de Cultura separou alguns aspectos do filme, comparando-os às ferramentas reais. Confira a lista!

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Ainda não temos carros voadores. Na verdade, ainda não temos carros voando pelas ruas, e não temos carros voadores no mercado automobilístico, porém, há diversos protótipos de carros que voam, alguns por propulsão à jato, outros com hélices e turbinas e outros que utilizam imãs para flutuar. No japão existem trens que utilizam poderosos eletroímãs e, embora andem em trilhos, as rodas do trem os tocam. Com isso, esses incríveis trens, chamados maglevs (abreviação de “levitação magnética”), conseguem velocidade superior à 500 km/h, uma vez que não há atrito com o solo.

Ainda não temos o conversor de energia que transforma lixo em combustível. Não exatamente, mas em algumas cidades inglesas é possível encontrar ônibus rodando com combustível feito à partir do tratamento de esgoto e restos de comida. Bristol e Bath são exemplos de cidades que utilizam essa tecnologia.

Ainda não pagamos o Taxi utilizando a impressão digital. Porém, quase não os pagamos com dinheiro. Isso porque nos últimos anos, além dos cartões de crédito e débito, surgiram os APP’s de serviço de taxi. Nesses aplicativos, tais como o Uber e o Lyft, é possível realizar o pagamento via celular, antes mesmo da corrida.

Não comemos alimentos reidratados. No máximo requentados no forno micro-ondas, outra maravilha da evolução tecnológica. Porém, o número de pessoas que fazem suas refeições fora de casa aumentou drasticamente. Os chamados Fast-Food são os campeões nesta área, o que não é lá muito bom pois, a rotina que parece, cada vez mais, encurtar o tempo das pessoas, acaba levando-as a fazer suas refeições em lanchonetes como o Mc. Donalds e Subway, por exemplo, só que numa frequência muito maior. Nos EUA, por exemplo, esse fator contribuiu para o aumento da obesidade entre os cidadãos, inclusive entre as crianças, com idades entre 10 e 16 anos.

É importante lembrar que nem todo enredo tecnológico apresentado nos filmes é comercialmente ou economicamente viável. Outra coisa é pensar que muitas das tecnologias que temos hoje sequer foram imaginadas nos filmes futuristas, aliás, nossa impressão de futuro está quase sempre ligada às nossas experiências do presente. É só imaginar as fotos de discos voadores dos anos 70, eram quase como pratinhos de aniversário voando, ou seja, era uma imaginação de futuro que cabia em 1970, mas que não integra o presente. Para concluir, ficam mais três dicas importantes antes de finalizarmos este artigo.

1ª: Não temos um skate voador, mas, assim como os automóveis, existem protótipos funcionais de skates voadores. A Lexus trabalha numa tecnologia em busca de um skate que flutue por meio de eletroímãs, semelhante ao exemplo dos trens do japão.

2ª Não temos um DeLorean que viaja no tempo. Mas só aqui, nesta matéria fizemos praticamente uma viagem no tempo, imaginando as coisas que existiam, as coisas que existem e as coisas que pensamos que poderão existir no futuro.

3º O Terra preparou uma matéria onde você poderá encontrar mais dicas como essas, e aproveitar para viajar mais no tempo, de volta ao passado, neste caso, relembrando deste filme que, mesmo após 30 anos, continua fazendo história.

Ah, um último aviso importante! Tubarão 19 não vai estrear hoje nos cinemas :(

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